Venho lendo ainda o livro " O código da inteligência '' de Augusto Cury. Que é bastante interessante e trás um conhecimento a mais sobre determinados assuntos. Nem terminei ainda e estou ansiosa para começar a ler ''Marley e eu'' minha mãe leu e disse que nunca mais ia ler livros sobre cachorros, porque dava muita pena :( . Mas enfim, ainda estou querendo ler.
Bom, por enquanto é só isso. Beijos...
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Família, jovens e drogas
A falta de uma boa estrutura familiar e de uma ocupação honrosa, são os principais fatores que contribuem para a adesão de muitos jovens ao mundo das drogas.
A família é a célula mãe da sociedade. É nela onde recebemos nossas primeiras regras de uma boa convivência em comunidade. Tendemos a mostrar para o mundo a fora aquilo que praticamos diariamente dentro de nossas casas. A atenção, o caminho, o respeito e a educação dados pelos pais farão do adolescente uma pessoa bem equilibrada emocionalmente e psicologicamente. Dessa forma, jamais sentirá a necessidade de buscar o refúgio dos seus problemas em coisas que não têm nada a ver, e que prejudicarão a si mesmo.
Desde cedo, o ser humano precisa se ocupar com algo que o leve para um bom padrão de vida, visto que hoje mesmo com todas as cituações presenciadas no dia a dia. É possível se ocupar com coisas que levem os pensamentos á atitudes boas e certas. As drogas são impedimentos que fazem parte hoje da vida de todos, é comum e simples, qualquer um pode ter acesso. Estudar, trabalhar, e viver em comunidade como pessoa comum, é possível para qualquer jovem, seja de origem pobre ou não. Participar de algum esporte com várias pessoas, dedicar-se algum grupo religioso jovem, criar e expor ideias, e simplismente descobrir coisas que beneficiarão a si mesmo. Não custará dinheiro e nem a vida
Os jovens estão aptos a quererem descobrir novas sensações e aventurar-se em qualquer mundo. Mergulhando de cabeça sem saber nadar, podendo nunca mais voltar. Não apenas em relação a esse mundo, mas em tudo se tem o lado bom e ruim, basta escolher. A curiosidade de descobrir algo é complexa e tem esses dois lados, existe muitas coisas boas que podem ser exploradas sem se quer destruir uma pétala de rosa. A droga é uma opção, um caminho, e um destido com o mesmo termino.
Ela não tem um ponto de partida certo, mas tem um final sempre esperado. Para impedir que a vida dos jovens continuem em um destino longo, não é preciso conselho e nem impedir suas escolhas. Apenas educar desde cedo, e com uma idade já de entendimento ele verá com os próprios olhos onde deseja estar. A vida tratará de fazer com que ele descubra os caminhos bons e ruins. E com toda a educação dos pais e amostras do que a droga faz. Farão com que cada um tenha consiência, e assim teremos uma sociedade digna de jovens de exemplo.
Acompanhem meu blog ''Mundo jovem'' no site Bayeux em foco: http://www.bayeuxemfoco.com.br/sabrina-cavalcanti/
A família é a célula mãe da sociedade. É nela onde recebemos nossas primeiras regras de uma boa convivência em comunidade. Tendemos a mostrar para o mundo a fora aquilo que praticamos diariamente dentro de nossas casas. A atenção, o caminho, o respeito e a educação dados pelos pais farão do adolescente uma pessoa bem equilibrada emocionalmente e psicologicamente. Dessa forma, jamais sentirá a necessidade de buscar o refúgio dos seus problemas em coisas que não têm nada a ver, e que prejudicarão a si mesmo.
Desde cedo, o ser humano precisa se ocupar com algo que o leve para um bom padrão de vida, visto que hoje mesmo com todas as cituações presenciadas no dia a dia. É possível se ocupar com coisas que levem os pensamentos á atitudes boas e certas. As drogas são impedimentos que fazem parte hoje da vida de todos, é comum e simples, qualquer um pode ter acesso. Estudar, trabalhar, e viver em comunidade como pessoa comum, é possível para qualquer jovem, seja de origem pobre ou não. Participar de algum esporte com várias pessoas, dedicar-se algum grupo religioso jovem, criar e expor ideias, e simplismente descobrir coisas que beneficiarão a si mesmo. Não custará dinheiro e nem a vida
Os jovens estão aptos a quererem descobrir novas sensações e aventurar-se em qualquer mundo. Mergulhando de cabeça sem saber nadar, podendo nunca mais voltar. Não apenas em relação a esse mundo, mas em tudo se tem o lado bom e ruim, basta escolher. A curiosidade de descobrir algo é complexa e tem esses dois lados, existe muitas coisas boas que podem ser exploradas sem se quer destruir uma pétala de rosa. A droga é uma opção, um caminho, e um destido com o mesmo termino.
Ela não tem um ponto de partida certo, mas tem um final sempre esperado. Para impedir que a vida dos jovens continuem em um destino longo, não é preciso conselho e nem impedir suas escolhas. Apenas educar desde cedo, e com uma idade já de entendimento ele verá com os próprios olhos onde deseja estar. A vida tratará de fazer com que ele descubra os caminhos bons e ruins. E com toda a educação dos pais e amostras do que a droga faz. Farão com que cada um tenha consiência, e assim teremos uma sociedade digna de jovens de exemplo.
Acompanhem meu blog ''Mundo jovem'' no site Bayeux em foco: http://www.bayeuxemfoco.com.br/sabrina-cavalcanti/
terça-feira, 13 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Nordeste desajudado - Jessier Quirino
...E é nesse nordeste tão desajudado
Que eu jangadeio com meu versejar
Vejo um violeiro no seu pontiar
Musando uma musa que já deu nos calo
Enxergo um canteiro de crista de galo
Simiantemente a do dito animá
De folha de sonho a pé sossego
De tudo se encontra por esses quintá
E embora a dureza castigue lá fora
Se encontra um matuto sem muita demora
Que empresta o cachimbo pra se maginar.
Que eu jangadeio com meu versejar
Vejo um violeiro no seu pontiar
Musando uma musa que já deu nos calo
Enxergo um canteiro de crista de galo
Simiantemente a do dito animá
De folha de sonho a pé sossego
De tudo se encontra por esses quintá
E embora a dureza castigue lá fora
Se encontra um matuto sem muita demora
Que empresta o cachimbo pra se maginar.
Empresta o cachimbo pra se maginar
Nos antigamentes daquele costado
Com a sonolênça dum bucho armoçado
Quebrando o palito da tal digestão
Se alembra da dona do seu coração
Que a lágrima era doce, que a voz era pura
A sua figura muda de figura
Pede licencinha a Nosso Senhor
E vuco-te-vuco, assanha o bigode
Se apruma nas bota logo se sacode
Se embrenha no mato sofrido de amor.
Nos antigamentes daquele costado
Com a sonolênça dum bucho armoçado
Quebrando o palito da tal digestão
Se alembra da dona do seu coração
Que a lágrima era doce, que a voz era pura
A sua figura muda de figura
Pede licencinha a Nosso Senhor
E vuco-te-vuco, assanha o bigode
Se apruma nas bota logo se sacode
Se embrenha no mato sofrido de amor.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
O código da inteligência e Audácia da esperança
Esses são os dois livros que estou lendo atualmente. Um fala sobre os oito códigos da inteligência, e o outro sobre política e um sonho americano de mudar o país. São assuntos diferentes e complexos, mas que valem a pena conhecer. Fica mais uma dica, pra vocês leitores que adoram explorar o mundo da leitura e descobrir coisas a mais. Beijos!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Vou-me embora pro passado - Jessier Quirino
"No rastro da Bandeira de Manuel"
Vou-me embora pro passado
Lá sou amigo do rei
Lá tem coisas "daqui, ó!"
Roy Rogers, Buc Jones
Rock Lane, Dóris Day
Vou-me embora pro passado.
Vou-me embora pro passado
Porque lá, é outro astral
Lá tem carros Vemaguet
Jeep Willes, Maverick
Tem Gordine, tem Buick
Tem Candango e tem Rural.
Lá dançarei Twist
Hully-Gully, Iê-iê-iê
Lá é uma brasa mora!
Só você vendo pra crê
Assistirei Rim Tim Tim
Ou mesmo Jinne é um Gênio
Vestirei calças de Nycron
Faroeste ou Durabem
Tecidos sanforizados
Tergal, Percal e Banlon
Verei lances de anágua
Combinação, califon
Escutarei Al Di Lá
Dominiqui Niqui Niqui
Me fartarei de Grapette
Na farra dos piqueniques
Vou-me embora pro passado.
No passado tem Jerônimo
Aquele Herói do Sertão
Tem Coronel Ludugero
Com Otrope em discussão
Tem passeio de Lambreta
De Vespa, de Berlineta
Marinete e Lotação.
Quando toca Pata Pata
Cantam a versão musical
"Tá Com a Pulga na Cueca"
E dançam a música sapeca
Ô Papa Hum Mau Mau
Tem a turma prafrentex
Cantando Banho de Lua
Tem bundeira e piniqueira
Dando sopa pela rua
Vou-me embora pro passado.
Vou-me embora pro passado
Que o passado é bom demais!
Lá tem meninas "quebrando"
Ao cruzar com um rapaz
Elas cheiram a Pó de Arroz
Da Cachemere Bouquet
Coty ou Royal Briar
Colocam Rouge e Laquê
English Lavanda Atkinsons
Ou Helena Rubinstein
Saem de saia plissada
Ou de vestido Tubinho
Com jeitinho encabulado
Flertando bem de fininho.
E lá no cinema Rex
Se vê broto a namorar
De mão dada com o guri
Com vestido de organdi
Com gola de tafetá.
Os homens lá do passado
Só andam tudo tinindo
De linho Diagonal
Camisas Lunfor, a tal
Sapato Clark de cromo
Ou Passo-Doble esportivo
Ou Fox do bico fino
De camisas Volta ao Mundo
Caneta Shafers no bolso
Ou Parker 51
Só cheirando a Áqua Velva
A sabonete Gessy
Ou Lifebouy, Eucalol
E junto com o espelhinho
Pente Pantera ou Flamengo
E uma trunfinha no quengo
Cintilante como o sol.
Vou-me embora pro passado
Lá tem tudo que há de bom!
Os mais velhos inda usam
Sapatos branco e marrom
E chapéu de aba larga
Ramenzone ou Cury Luxo
Ouvindo Besame Mucho
Solfejando a meio tom.
No passado é outra história!
Outra civilização...
Tem Alvarenga e Ranchinho
Tem Jararaca e Ratinho
Aprontando a gozação
Tem assustado à Vermuth
Ao som de Valdir Calmon
Tem Long-Play da Mocambo
Mas Rosenblit é o bom
Tem Albertinho Limonta
Tem também Mamãe Dolores
Marcelino Pão e Vinho
Tem Bat Masterson, tem Lesse
Túnel do Tempo, tem Zorro
Não se vê tantos horrores.
Lá no passado tem corso
Lança perfume Rodouro
Geladeira Kelvinator
Tem rádio com olho mágico
ABC a voz de ouro
Se ouve Carlos Galhardo
Em Audições Musicais
Piano ao cair da tarde
Cancioneiro de Sucesso
Tem também Repórter Esso
Com notícias atuais.
Tem petisqueiro e bufê
Junto à mesa de jantar
Tem bisqüit e bibelô
Tem louça de toda cor
Bule de ágata, alguidar
Se brinca de cabra cega
De drama, de garrafão
Camoniboi, balinheira
De rolimã na ladeira
De rasteira e de pinhão.
Lá, também tem radiola
De madeira e baquelita
Lá se faz caligrafia
Pra modelar a escrita
Se estuda a tabuada
De Teobaldo Miranda
Ou na Cartilha do Povo
Lendo Vovô Viu o Ovo
E a palmatória é quem manda.
Tem na revista O Cruzeiro
A beleza feminina
Tem misse botando banca
Com seu maiô de elanca
O famoso Catalina
Tem cigarros Yolanda
Continental e Astória
Tem o Conga Sete Vidas
Tem brilhantina Glostora
Escovas Tek, Frisante
Relógio Eterna Matic
Com 24 rubis
Pontual a toda hora.
Se ouve página sonora
Na voz de Ângela Maria
"— Será que sou feia?
— Não é não senhor!
— Então eu sou linda?
— Você é um amor!..."
Quando não querem a paquera
Mulheres falam: "Passando,
Que é pra não enganchar!"
"Achou ruim dê um jeitim!"
"Pise na flor e amasse!"
E AI e POFE! e quizila
Mas o homem não cochila
Passa o pano com o olhar
Se ela toma Postafen
Que é pra bunda aumentar
Ele empina o polegar
Faz sinal de "tudo X"
E sai dizendo "Ô Maré!
Todo boy, mancando o pé
Insistindo em conquistar.
No passado tem remédio
Pra quando se precisar
Lá tem Doutor de família
Que tem prazer de curar
Lá tem Água Rubinat
Mel Poejo e Asmapan
Bromil e Capivarol
Arnica, Phimatosan
Regulador Xavier
Tem Saúde da Mulher
Tem Aguardente Alemã
Tem também Capiloton
Pentid e Terebentina
Xarope de Limão Brabo
Pílulas de Vida do Dr. Ross
Tem também aqui pra nós
Uma tal Robusterina
A saúde feminina.
Vou-me embora pro passado
Pra não viver sufocado
Pra não morrer poluído
Pra não morar enjaulado
Lá não se vê violência
Nem droga nem tanto mau
Não se vê tanto barulho
Nem asfalto nem entulho
No passado é outro astral
Se eu tiver qualquer saudade
Escreverei pro presente
E quando eu estiver cansado
Da jornada, do batente
Terei uma cama Patente
Daquelas do selo azul
Num quarto calmo e seguro
Onde ali descansarei
Lá sou amigo do rei
Lá, tem muito mais futuro
Vou-me embora pro passado
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