domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Chuva²
Hoje, mais uma vez foi um dia chuvoso. Mas pensando que a chuva ia dar uma tregua, mesmo assim estava tudo certo para que eu e umas amigas fossemos para o ''São João das comunidades'', realizado pela paróquia São Sebastião. Enfim nada deu certo por causa da chuva que não para, pois não é nada legal sair nesse tempo.
Quem sabe próximo ano estaremos lá. Enquanto isso só resta ficar no pc e ir dormir, que é a melhor coisa a fazer nesse tempinho frio. Beijos e fuii...
Quem sabe próximo ano estaremos lá. Enquanto isso só resta ficar no pc e ir dormir, que é a melhor coisa a fazer nesse tempinho frio. Beijos e fuii...
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Chuva
Hoje á tarde a chuva dominou território, ela foi o centro das atenções e comentários. Quando bate uma chuva daquelas todo mundo diz: aii que chuva danada, tá bom pra dormir, é péssimo ir pra casa com chuva. Enfim, são milhares de frases em relação a chuva, uns gostam, outros preferem nem pensar. Confesso que eu não gosto muito, (mentira) eu não gosto mesmo. Mas digo em relação ao que ela faz comigo, calça e sapatos completamente molhados, sem falar no cabelo e ainda mais na sujeira que fica por causa das lamas. Mas, quando tudo isso passa, e você ver que a melhor coisa é dormir com esse tempinho frio e com chuva. Haha não tem o que reclamar.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
A Grandeza do Mar
Paulo Roberto Gaefke
(No livro "Quando é preciso Viver" página 29)
(No livro "Quando é preciso Viver" página 29)
Você sabe por que o mar é tão grande?
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade
o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.
o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Como as Mulheres dominaram o mundo ?
Conversa entre pai e filho, por volta do ano de 2031 sobre como as mulheres dominaram o mundo.
— Foi assim que tudo aconteceu, meu filho... Elas (1) planejaram o negócio discretamente, para que não notássemos. Primeiro elas pediram igualdade entre os sexos. Os homens, bobos, nem deram muita bola para isso (2) na ocasião. Parecia brincadeira. Pouco a pouco, elas conquistaram cargos estratégicos: Diretoras de Orçamento, Empresárias, Chefes de Gabinete, Gerentes disso ou daquilo.
— E aí, papai?
— Ah, os homens foram muito ingênuos. Enquanto elas conversavam ao telefone durante horas a fio, eles (3) pensavam que o assunto fosse telenovela. Triste engano. De fato, era a rebelião se expandindo nos inocentes intervalos comerciais. "Oi querida!", por exemplo, era a senha que identificava as líderes. "Celulite", eram as células que formavam a organização. Quando queriam se referir aos maridos, diziam "O regime".
— E vocês? Não perceberam nada?
— Ficávamos jogando futebol no clube, despreocupados. E o que é pior: Continuávamos a ajudá-las (4) quando pediam. Carregar malas no aeroporto, consertar torneiras, abrir potes de azeitona, ceder a vez nos naufrágios. Essas coisas de homem.
— Aí, veio o golpe mundial?
— Sim o golpe. O estopim foi o episódio Hillary-Mônica. Uma farsa. Tudo armado para desmoralizar o homem mais poderoso do mundo. Pegaram-no (5) pelo ponto fraco, coitado. Já lhe (6) contei, né? A esposa e a amante, que na TV posavam de rivais eram, no fundo, cúmplices de uma trama diabólica. Pobre Presidente...
— Como era mesmo o nome dele (7)?
— William, acho. Tinha um apelido, mas esqueci... Desculpe, filho, já faz tanto tempo...
— Tudo bem, papai. Não tem importância. Continue...
— Naquela manhã a Casa Branca apareceu pintada de cor-de-rosa. Era o sinal que as mulheres do mundo inteiro aguardavam. A rebelião tinha sido vitoriosa! Então elas assumiram o poder em todo o planeta. Aquela torre do relógio em Londres chamava-se Big-Ben, e não Big-Betty, como agora... Só os homens disputavam a Copa do Mundo, sabia? Dia de desfile de moda não era feriado. Essa Secretária Geral da ONU era uma simples cantora. Depois trocou o nome, de Madonna para Mandona...
— Pai, conta mais...
— Bem filho... O resto você já sabe. Instituíram o Robô "Troca-Pneu" como equipamento obrigatório de todos os carros... A Lei do Já-Prá-Casa, proibindo os homens de tomar cerveja depois do trabalho... E, é claro, a famigerada semana da TPM, uma vez por mês...
— TPM?
— Sim, TPM... A Temporada Provável de Mísseis... É quando elas ficam irritadíssimas e o mundo corre perigo de confronto nuclear...
— Sinto um frio na barriga só de pensar, pai...
— Sssshhh! Escutei barulho de carro chegando. Disfarça e continua picando essas batatas...
Luis Fernando Verissimo
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